“Olhei pelas ondas baixas, negras na escuridão, procurando por ele.
Não foi difícil encontrá-lo. Estava de pé, de costas para mim, com a água na altura da cintura, fitando a lua oval. O luar pálido transformava sua pele num branco perfeito, como a areia, como a própria lua e deixava negro como o oceano seu cabelo molhado.(…)
O fogo não era mais de chamas ardendo por minha pele - agora era lento e profundo; e derreteu todo meu constrangimento, minha tímida incerteza. Tirei a toalha sem hesitar e andei em direção à luz branca, ela também me deixou pálida como a areia alva…(Bella, Amanhecer)
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
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